Renan Santos afirma que, se eleito, vai revogar todas as medidas de taxação implementadas por Fernando Haddad — especialmente aquelas que atingem CPUs e GPUs, componentes essenciais para investimentos em inteligência artificial e data centers.
Segundo ele, a taxação duplicou os custos desses equipamentos, inviabilizando investimentos estratégicos que poderiam gerar milhares de empregos no Brasil, inclusive no Nordeste. Enquanto isso, a Argentina teria seguido caminho oposto e atraído bilhões em investimentos para infraestrutura de tecnologia.
Para Renan, o Brasil está se sabotando ao tributar insumos que nem sequer produz, prejudicando um setor que pode transformar a economia nacional. A proposta dele é clara: cortar gastos do governo em vez de taxar tecnologia e travar inovação.
A inteligência artificial é o futuro — e o Brasil não pode perder essa corrida por decisões equivocadas.
Se você também acredita que o país precisa priorizar desenvolvimento e geração de empregos, vale refletir sobre esse debate.