Renan Santos, líder do MBL e pré-candidato à Presidência pelo Partido Missão, comenta a manifestação na Paulista, que na visão dele foi usada como palco por Flávio Bolsonaro e virou mais autopromoção do que combate direto ao caso do Banco Master — justamente porque, segundo Renan, o escândalo respinga em nomes e aliados da própria direita.
Ele critica o Nicolas Ferreira por não peitar isso e diz que o bolsonarismo funciona muito mais na base da dissimulação e do marketing do que na coragem de bater no sistema. Renan também cita bastidores e conexões envolvendo Daniel Vorcaro, Banco Master, Novo, Lagoinha/André Valadão e o entorno político que ninguém quer encostar de verdade. No fim, ele reage a falas do Flávio na Paulista (defendendo STF, repetindo pauta de “mãe solo” e auxílio, lendo discurso no celular) e conclui que isso é anestésico pra massa: faz barulho, mas não enfrenta o que precisa ser enfrentado.